Divagando, por Vasco Granadeiro
Mais uma vez me apanho sozinho em casa, querendo aproveitar os poucos momentos de sossego para trabalhar, mas em vez disso escrevo. Já percebi que o lusco-fusco passado nesta sala (aqueles 5, 7 minutos), a observar a lagoa e as longínquas luzes do centro, facilmente me seduz. Não está vento, a lagoa sossegadamente reflecte a última claridade, e está aquele calor ameno, confortável.
E neste cenário distraio-me do trabalho, dou por mim a viajar, penso tudo o que se tem passado, sensibilizado com o que esta aventura até agora me tem dado. Recordo os bons e maus momentos, as castiçadas, as despedidas, o que mudou, e vergo-me perante a importância da sua existência. Para verdadeiramente reconhecer o doce tem que se ter provado o amargo. É por fases que estes sabores nos aparecem, e jamais durante alguma se encontra a razão. É nestes momentos insípidos, tão doces quanto amargos, que racionalmente se reconhece o equilibro frágil que estes dois proporcionam. E assim surge o ímpeto refrescado da procura de um novo doce. Não interessa qual, tanto pode ser o doce de leite, para desenjoar da compota, como o mel que tão viciosamente nos inunda os sonhos, desde que tenha um novo sabor, mais esperançado e rejuvenescedor.
Claro que a duração destes momentos é curta, até demais. E aí, nada como um copo de água.
E neste cenário distraio-me do trabalho, dou por mim a viajar, penso tudo o que se tem passado, sensibilizado com o que esta aventura até agora me tem dado. Recordo os bons e maus momentos, as castiçadas, as despedidas, o que mudou, e vergo-me perante a importância da sua existência. Para verdadeiramente reconhecer o doce tem que se ter provado o amargo. É por fases que estes sabores nos aparecem, e jamais durante alguma se encontra a razão. É nestes momentos insípidos, tão doces quanto amargos, que racionalmente se reconhece o equilibro frágil que estes dois proporcionam. E assim surge o ímpeto refrescado da procura de um novo doce. Não interessa qual, tanto pode ser o doce de leite, para desenjoar da compota, como o mel que tão viciosamente nos inunda os sonhos, desde que tenha um novo sabor, mais esperançado e rejuvenescedor.
Claro que a duração destes momentos é curta, até demais. E aí, nada como um copo de água.

1 Comments:
QUE SAUDADES!!!!!!!!de ti! obrigada... bj da mana sofia
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